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A angústia do torcedor do Santos que não tem fim

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Professores e alunos divergem sobre cotas raciais nas universidades; Reitor da UEL vê racismo estrutural no Brasil

EDUCAÇÃO O tema é velho, mas nunca sai de moda: cotas raciais nas universidades públicas. Há argumentos prós e contras  para essa política, que divide alunos e professores. Na Unopar, o estudante Matheus Henrique entrevistando o professor Guilherme Lima    -  Foto: João Henrique Maia   O sistema de cotas raciais foi criado nos Estados Unidos em 1960 com objetivo de diminuir as desigualdades sociais entre negros e brancos, e o Brasil começou a adotar essa política a partir dos anos 2000 e, hoje, é uma realidade no país inteiro.   A Universidade de Brasília (UnB) foi a primeira a adotar cotas raciais no Brasil, em 2004.   Até que em 2012, o Governo Federal criou o sistema de cotas, que contempla estudantes de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos, indígenas e pessoas com deficiência (PCD).   Como funciona as cotas raciais? As cotas raciais são uma parcela de vagas destinadas nas universidades para pe...

Futebol brasileiro não é para amadores

EDITORAL - FUTEBOL BRASILEIRO  Por  Matheus Henrique Vieira Ramos

Transmissão na TV, sucesso de audiência e mais: Futebol Feminino vive ano marcante no Brasil

Por  Matheus Henrique Esportes Mesmo com o time do Brasil  não correspondendo   dentro de campo, o futebol feminino ganhou espaço relevante na mídia esportiva em 2019,   como pôde ser visto na Copa do Mundo                                       Foto:    Daniela Porcelli/CBF   O Brasil não venceu a Copa do Mundo, a jogadora Marta não foi eleita a   melhor do mundo, tão pouco  brilhou com a camisa da amarelinha nesta temporada. Mas nada disso apaga o grande ano que foi e está sendo para o futebol feminino brasileiro. A modalidade, que sempre foi tratada   com desprezo e preconceito pela sociedade brasileira, deu um “start” e mudança de paradigma em 2019. Tudo começou com a disputa do Mundial Feminino, realizado entre junho e julho na França. Foi a primeira vez na história que a TV Globo mostrou os jogos da seleção brasileira f...

A história de um londrinense que foi morar em São Paulo com R$ 50 no bolso

Nasci em Londrina, no Hospital Mater Dei, no dia 04 de abril de 1980. Minha infância foi bem tranquila, cidade muito gostosa. Eu nasci em um bairro meio violento, atrás da UEL (Universidade Estadual de Londrina). Morei aqui até os meus oito anos e mudei para Cambará, onde fiquei um ano. De Cambará fui para Ibiporã, que morei até os meus 19 anos. Em seguida, fui para São Paulo, permaneci 10 anos por lá e depois me transferi para o Rio de Janeiro. Essa é um pouco da história do londrinense Alex Vital, de 39 anos, pai de duas crianças, ator e estudante de jornalismo.                                                   Foto: Reprodução/ Facebook oficial de Alex Vital Alex foi para São Paulo sem sua mãe saber, com R$ 50 no bolso. Iniciou como lavador de carro, depois virou garçom. Ele nunca pediu dinheiro da sua mãe para pagar o aluguel do apartamento. Em busca de ...

Vendas online crescem e viram tendência no Brasil

Por  Matheus Henrique Vieira Ramos ECONOMIA  Vendas pela internet crescem em todo Brasil, seja de aparelhos eletrônicos, como celulares, ou de camisas de times de futebol Um mercado que vem crescendo nos últimos anos no Brasil é a venda de produtos por meio da   internet. Pela crise econômica atravessada pelo país, fica mais barato e prático fazer compras online. Desde uma simples compra de supermercado   até a aparelhos eletrônicos,   como computadores e celulares, os consumidores estão optando pela facilidade da   internet. Com redes sociais, empresas apostam bastante em anúncios de determinado produto via Facebook e Instagram. Além disso,   as lojas tradicionais   também disponibilizam seus produtos em seus respectivos sites. No primeiro trimestre de 2019, as vendas online   tiveram um crescimento de 23% e movimentaram R$ 17 bilhões no Brasil, de acordo com dados   da Compre&Confie, empresa de segurança d...

Os prós e contras de ingressar na faculdade longe da família

Por  Matheus Henrique O sonho de muitos   estudantes é     ingressar na faculdade. Por esse motivo, vários jovens brasileiros optam em morar longe da família e, consequentemente, mudar de cidade ou estado para fazer o curso que deseja. São os casos de Luiz Felipe Longo, de 21 anos, e Luka Melo, de 19 anos. Natural de Araras (São Paulo),   Longo se mudou à Campinas para fazer jornalismo e   pelas melhores oportunidades de mercado quando se mora em centros maiores. Ele, que faz faculdade na PUC-SP, atualmente realiza estágio no Globoesporte.com e está no sétimo semestre do curso.   O jovem falou dos prós e contras de morar sozinho: “Os prós é que você tem uma maior liberdade para fazer as coisas, não tem ninguém te dizendo o que deve ou não fazer, dá para fazer tudo no seu tempo, e isso acaba te dando uma independência maior, porque você é obrigado a aprender a fazer as coisas. O contra é justamente isso, não tem ninguém ali para te ajuda...

Mesa Redonda debate sobre jornalismo e publicidade

Por  Matheus Henrique                                                     Foto: Matheus Henrique Vieira Ramos Na última quarta-feira (16), a Unopar realizou um debate para falar dos cursos de jornalismo e publicidade e propaganda. Fabio Luporini foi o mediador da mesa redonda, que contou com as presenças da jornalista Raquel Rodrigues e da publicitária Marian Lillian. O debate falou do mercado de trabalho para essas duas profissões, dicas aos estudantes de jornalismo e publicidade, e especificidades de cada curso, como na produção de conteúdo.     Além disso, foi tratado pelos palestrantes sobre fake news, que atualmente é muito comum, principalmente na época de eleições. Em entrevista para nossa reportagem, o jornalista Fabio Luporini falou da experiência de ter sido o mediador do evento realizada pela Unopar. “Primeiro qu...

"O Baixa Experimenta busca criar um sentimento de pertencimento do povo com Londrina", diz Tatiana

Por  Matheus Henrique Vieira Ramos                                          Foto:  Arquivo pessoal Matheus Henrique -   Tatiana e Duda foram entrevistadas no Café Royal por Matheus Henrique. Criado oficialmente em 2012 por duas jornalistas - Tatiana Ribeiro e Maria Eduarda Gomes -  o Baixa Experimenta busca dar dicas gastronômicas da cidade de Londrina e é um sucesso, tanto que o perfil no Instagram tem quase 40 mil seguidores.   Além disso, o site do  Baixa já ultrapassou a marca 3 milhões de visualizações  e conta com parceiros pontuais e fixos, como Shopping Catuaí e Acil Londrina. O projeto também tem um canal no Youtube e um aplicativo para celulares.  Entretanto, no começo do projeto, as meninas pensavam o Baixa como um hobby, não vislumbrando alcançar o sucesso e a repercussão que existe hoje: - Não e...

Saiba mais sobre os direitos dos idosos

Texto por  Matheus Henrique Vieira Ramos Apesar de todo cidadão ter direitos garantidos na lei, existem direitos específicos para pessoas da terceira idade por meio da promulgação em  2003  do Estatuto do Idoso. Em entrevista ao Blog Londrina em Destaque, Fernanda Serenario, da Secretaria do Idoso de Londrina, falou  quais são os pontos principais dos direitos das pessoas com 60 anos ou mais: "Os idosos têm todos os direitos de qualquer ser humano - direito à vida, à saúde, à dignidade - mas tem alguns direitos especiais como prioridade em filas, Centro Judicial, instituições de impostos de renda, desembarque e embarque em ônibus, direito à gratuidade em passagem interestadual dependendo da renda, atendimento preferencial no SUS (Sistema Único de Saúde) - dependendo da gravidade - entre outros direitos", explicou.                                     ...

Depressão na terceira idade: a vida ainda não acabou!

Texto de  João Vitor Depressão na terceira idade: a vida ainda não acabou!  Um levantamento feito pela Folha de São Paulo, com base nos números da taxa de mortalidade, em 16 anos, o número de mortes relacionadas à depressão cresceu 705% no Brasil. Infelizmente, os maiores índices de mortes relacionadas à depressão estão concentrados em pessoas com mais de 60 anos, tendo o ápice concentrados após os 80 anos de idade.  Isso acontece por que, na terceira idade, as pessoas ficam mais vulneráveis à depressão graças às doenças crônicas incuráveis. Mas antes de falarmos em prevenção,   primeiro é bom  saber que o isolamento e a tristeza são os principais sinais, precisando prestar atenção a esses sinais. A família muitas vezes consegue notar o comportamento estranho, porem acabam esperando do idoso uma postura que não poderia tomar, graças a idade. Mas muitas das vezes o principal é deixado de lado: dar atenção.  A dona Frutuosa, na época...

"Idoso conectado": conheça cursos tecnológicos voltados para pessoas da terceira idade

Texto por  Matheus Henrique Vieira Ramos Nos dias atuais, é impossível ficar alheio aos meios tecnológicos,  presentes nas vidas das pessoas em todos os lugares possíveis. E, por isso, muitos cursos especializados estão surgindo para os idosos se adaptarem ao mundo dominado por aparelhos celulares e computadores. A Secretaria do Idoso de Londrina em parceria com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná ( UTFPR)  desenvolveu um projeto sob o comando do professor  Marcos Rambalducci  para ajudar pessoas na terceira idade em usar aplicativos disponíveis nos celulares. O curso é voltado para idosos de baixa renda, realizado todas as quartas-feiras de manhã, no Sindicato Nacional dos Aposentados de Londrina. As aulas são ministradas por alunos e voluntários. Além disso, cada idoso leva seu aparelho, e o aprendizado acontece por meio do aparelho individual de cada um. O projeto, que já dura 12 meses, se estendeu até maio de 2020.  Outro projeto vo...

Alzheimer não é brincadeira

Texto de  João Henrique Maia Não se lembrar de certas coisas é desesperador, imagine como é a vida de alguém que tem a memória comprometida. O Alzheimer é uma doença degenerativa, geralmente começa aparecer em pessoas com mais de 60 anos, sendo raríssimos os casos de pessoas mais novas adquirirem a doença. Ela   não tem cura, porém possui tratamento, que pode ajudar a diminuir a velocidade de progresso da doença, mas não vai curar o paciente. Outra questão interessante é que, a cada 10 anos, aumentam as chances de ter Alzheimer, ou seja, com 60 anos, já é comum, no entanto, com 80 anos, é ainda mais provável ter a doença. Na maior parte das vezes, quando as pessoas procuram um médico, a doença já está se manifestando há um bom tempo, não é algo momentâneo, os sintomas vão se desenvolvendo aos poucos. Existem alguns sintomas que podem ser observados, como a perda de memória que, muitas vezes, passa a interferir na rotina; a mudança de comportamento e a pe...