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Mostrando postagens de dezembro, 2019

A angústia do torcedor do Santos que não tem fim

Quem nunca ficou dias, meses, até anos esperando por uma resposta  de algo ou de alguém? É assim que o torcedor do Santos está neste momento, em uma angústia sem fim pelas especulações envolvendo Jorge Sampaoli                                           Foto: Ivan Storti/Santos FC É uma espera que parece que não vai acabar. O santista está contando minutos, horas, dias para saber o futuro de Jorge Sampaoli. É uma violência emocional  com o torcedor, tão pisado e humilhado pela mídia esportiva  nos últimos anos. O Santos já foi desrespeitado com emissora de TV preferindo mostrar filme do Homem-Aranha ao invés de jogo do Peixe,  enquete de quando o Sampaoli seria demitido, jornalista chamando o clube de time médio e tantos outras coisas que machucaram o torcedor. Mas dessa vez passaram de todos os limites. Mais um ato desrespeito  da imp...

Professores e alunos divergem sobre cotas raciais nas universidades; Reitor da UEL vê racismo estrutural no Brasil

EDUCAÇÃO O tema é velho, mas nunca sai de moda: cotas raciais nas universidades públicas. Há argumentos prós e contras  para essa política, que divide alunos e professores. Na Unopar, o estudante Matheus Henrique entrevistando o professor Guilherme Lima    -  Foto: João Henrique Maia   O sistema de cotas raciais foi criado nos Estados Unidos em 1960 com objetivo de diminuir as desigualdades sociais entre negros e brancos, e o Brasil começou a adotar essa política a partir dos anos 2000 e, hoje, é uma realidade no país inteiro.   A Universidade de Brasília (UnB) foi a primeira a adotar cotas raciais no Brasil, em 2004.   Até que em 2012, o Governo Federal criou o sistema de cotas, que contempla estudantes de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos, indígenas e pessoas com deficiência (PCD).   Como funciona as cotas raciais? As cotas raciais são uma parcela de vagas destinadas nas universidades para pe...