Pular para o conteúdo principal

Os prós e contras de ingressar na faculdade longe da família



O sonho de muitos  estudantes é   ingressar na faculdade. Por esse motivo, vários jovens brasileiros optam em morar longe da família e, consequentemente, mudar de cidade ou estado para fazer o curso que deseja. São os casos de Luiz Felipe Longo, de 21 anos, e Luka Melo, de 19 anos.
Natural de Araras (São Paulo),  Longo se mudou à Campinas para fazer jornalismo e  pelas melhores oportunidades de mercado quando se mora em centros maiores. Ele, que faz faculdade na PUC-SP, atualmente realiza estágio no Globoesporte.com e está no sétimo semestre do curso. 

O jovem falou dos prós e contras de morar sozinho:

“Os prós é que você tem uma maior liberdade para fazer as coisas, não tem ninguém te dizendo o que deve ou não fazer, dá para fazer tudo no seu tempo, e isso acaba te dando uma independência maior, porque você é obrigado a aprender a fazer as coisas. O contra é justamente isso, não tem ninguém ali para te ajudar, você tá sozinho maior parte do tempo, às vezes é ruim”, explicou

Luka Melo, por sua vez,  tentou várias vezes entrar no curso de Medicina na UEL (Universidade Estadual de Londrina), porém, não teve sucesso e abraçou a oportunidade que apareceu neste ano na faculdade da Unisul, em Tubarão (SC). Ele, que divide apartamento com um colega, falou como está sendo a  adaptação na nova cidade e vê vantagem em morar com uma pessoa que tem uma rotina parecida com a sua:

“Ainda estou me adaptando, o maior choque é o cultural, mesmo sendo no mesmo país os costumes mudam muito, o sotaque me fez sofrer nos primeiros dias (não entendia nada)”, afirmou o estudante de Medicina.

“Morar com alguém é melhor no meu ponto de vista, principalmente quando se tem uma rotina parecida. Facilita para os dois na questão dos estudos, além do apoio moral e psicológico que é muito importante quando você está longe da familia”, finalizou Luka.

Comentários

Maiores audiências do Blog

"O Baixa Experimenta busca criar um sentimento de pertencimento do povo com Londrina", diz Tatiana

Por  Matheus Henrique Vieira Ramos                                          Foto:  Arquivo pessoal Matheus Henrique -   Tatiana e Duda foram entrevistadas no Café Royal por Matheus Henrique. Criado oficialmente em 2012 por duas jornalistas - Tatiana Ribeiro e Maria Eduarda Gomes -  o Baixa Experimenta busca dar dicas gastronômicas da cidade de Londrina e é um sucesso, tanto que o perfil no Instagram tem quase 40 mil seguidores.   Além disso, o site do  Baixa já ultrapassou a marca 3 milhões de visualizações  e conta com parceiros pontuais e fixos, como Shopping Catuaí e Acil Londrina. O projeto também tem um canal no Youtube e um aplicativo para celulares.  Entretanto, no começo do projeto, as meninas pensavam o Baixa como um hobby, não vislumbrando alcançar o sucesso e a repercussão que existe hoje: - Não e...

Professores e alunos divergem sobre cotas raciais nas universidades; Reitor da UEL vê racismo estrutural no Brasil

EDUCAÇÃO O tema é velho, mas nunca sai de moda: cotas raciais nas universidades públicas. Há argumentos prós e contras  para essa política, que divide alunos e professores. Na Unopar, o estudante Matheus Henrique entrevistando o professor Guilherme Lima    -  Foto: João Henrique Maia   O sistema de cotas raciais foi criado nos Estados Unidos em 1960 com objetivo de diminuir as desigualdades sociais entre negros e brancos, e o Brasil começou a adotar essa política a partir dos anos 2000 e, hoje, é uma realidade no país inteiro.   A Universidade de Brasília (UnB) foi a primeira a adotar cotas raciais no Brasil, em 2004.   Até que em 2012, o Governo Federal criou o sistema de cotas, que contempla estudantes de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos, indígenas e pessoas com deficiência (PCD).   Como funciona as cotas raciais? As cotas raciais são uma parcela de vagas destinadas nas universidades para pe...

A angústia do torcedor do Santos que não tem fim

Quem nunca ficou dias, meses, até anos esperando por uma resposta  de algo ou de alguém? É assim que o torcedor do Santos está neste momento, em uma angústia sem fim pelas especulações envolvendo Jorge Sampaoli                                           Foto: Ivan Storti/Santos FC É uma espera que parece que não vai acabar. O santista está contando minutos, horas, dias para saber o futuro de Jorge Sampaoli. É uma violência emocional  com o torcedor, tão pisado e humilhado pela mídia esportiva  nos últimos anos. O Santos já foi desrespeitado com emissora de TV preferindo mostrar filme do Homem-Aranha ao invés de jogo do Peixe,  enquete de quando o Sampaoli seria demitido, jornalista chamando o clube de time médio e tantos outras coisas que machucaram o torcedor. Mas dessa vez passaram de todos os limites. Mais um ato desrespeito  da imp...